A Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) disponibiliza o terceiro mapeamento das áreas de soja, relativo ao ano safra 2018/2019. As informações relativas às áreas de cultivo estão disponíveis na plataforma SojaMaps. Para o estado de Mato Grosso, os dados são apresentados por município com áreas superiores a 0,09 hectares e, para os demais estados brasileiros, são monitoradas áreas de plantio acima de 25 hectares.
De acordo com o coordenador do projeto, professor Carlos Antonio da Silva Junior, doutor em Agronomia, Mato Grosso plantou nesta última safra 10.645.826 hectares, com um aumento de 225.402 hectares em relação à safra anterior. Para os outros estados, os dados pretendem evidenciar as regiões de plantio e mostrar tendências ou novas fronteiras desta cultura.
O vice-coordenador do projeto, Mendelson Lima, doutor em Zoologia, destaca que o aumento da área plantada de soja no MT ocorreu principalmente no bioma Amazônia com 144.074 hectares, representando 63,91% das novas áreas. No Cerrado, a expansão foi de 80.737 hectares e no Pantanal de apenas 592 hectares.
A engenheira-agrônoma Francielle Tonietti Capilé Guedes, superintendente regional em Mato Grosso da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), frisou que o mapeamento da cultura da soja por meio da plataforma SojaMaps contribui com a estimativa de área e produtividade, oferecendo informações precisas sobre a distribuição geográfica em cada estado.
“A estimativa de área e o resultado do mapeamento auxiliam na análise da informação declarada pelos nossos informantes, como um dado passível de verificação a campo. Já a estimativa de produtividade e o conhecimento da localização das áreas de cultivo possibilitam o monitoramento das áreas produtivas através de parâmetros agrometeorológicos oferecendo indicativos sobre a previsão de rendimento das lavouras. Assim, informações prévias sobre as condições do cultivo permitem ao governo planejar antecipadamente políticas de apoio à produção agropecuária”, destacou Francielle.
Neste ano, a plataforma apresenta novos dados para Mato Grosso como, por exemplo, evapotranspiração, precipitação, índice de área foliar, entre outros, fornecendo assim um acompanhamento detalhado do que está ocorrendo durante a safra e consequentemente influenciando na produção.
O reitor da Unemat, Rodrigo Zanin, destacou que este tipo de ação é fundamental para a Universidade e instituições envolvidas, pois mostra mais uma vez o quanto a Unemat e as universidades públicas podem dar respostas para a sociedade e contribuir para o desenvolvimento sustentável, com conhecimento desenvolvido e aplicado pela Universidade.
O mapeamento está disponível no portal da Unemat em pesquisa.unemat.br/gaaf/sojamaps. Para outras informações sobre o grupo de pesquisa acesse pesquisa.unemat.br/gaaf.
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