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Febraban promove o 30ª Café com Sustentabilidade

 

Quais os principais resultados do Programa “Ciência Sem Fronteiras” até agora? De que forma as instituições financeiras podem aproveitar a iniciativa – criada em 2011 pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e Ministério da Educação (MEC) – que visa oferecer 101 mil bolsas a estudantes brasileiros em graduação, pós-graduação, doutorado e estágios, e promover avanços na ciência, tecnologia, inovação e competitividade? 

 

 

Essas questões foram o foco do 30ª Café com Sustentabilidade – um evento promovido desde 2007 pela FEBRABAN para debater temas socioeconômicos –, que aconteceu na manhã de sexta-feira (22/02) na sede da entidade em São Paulo. Nesta edição, os palestrantes do encontro foram Jorge Almeida Guimarães, presidente da CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento do Pessoal de Nível Superior), e Glaucius Oliva, presidente do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).

“Realizamos esse encontro para mostrar aos representantes das instituições financeiras as diversas oportunidades existentes no ‘Ciência Sem Fronteiras’ para a formação de jovens talentos no médio e longo prazo”, afirma o diretor de Relações Institucionais da FEBRABAN, Mario Sergio Vasconcelos. Um dos exemplos de aplicabilidade desse programa nos bancos poderia ser por meio dos programas de “trainee” os quais seriam complementados com bolsas no exterior.

Até janeiro de 2013, o “Ciência Sem Fronteiras” já ofereceu 22.646 bolsas de graduação e pós-graduação em 38 diferentes países, em renomadas universidades como o MIT (Massaschusetts Institute of Technology). Essa última, a propósito, atualmente abriga 38 estudantes brasileiros. 


A partir do site www.cienciasemfronteiras.gov.br, as instituições financeiras podem consultar o perfil de cada estudante na seção “Bolsistas pelo Mundo”, que apresenta as universidades os participantes em sua respectiva localização no mundo. Ao clicar sobre a instituição de ensino, o internauta descobrirá os nomes e o currículo lattes dos alunos brasileiros e poderá trocar mensagens via email.

Nas próximas semanas, o portal do “Ciência Sem Fronteiras” também vai contar com o chamado “Painel de Dados” para aprimorar o acompanhamento de todas as bolsas pagas pelo programa do Governo Federal. Com isso, qualquer pessoa poderá pesquisar, a partir de uma base de dados atualizada, informações como: a relação de bolsas concedidas por Estado brasileiro e quais áreas de conhecimento (biologia, engenharia, energia nuclear, agricultura etc.) receberam maior número de bolsas, além dos países e as universidades que abrigam mais estudantes. “Queremos que todos os presentes enxerguem o ‘Ciências Sem Fronteiras’ com os mesmos olhos, os mesmos objetivos, na mesma direção”, acrescenta o presidente da CAPES.

Durante o evento, também foi anunciado uma novidade: a de que o órgão vai lançar, em breve, um programa para fomentar o aprendizado da língua inglesa no Brasil. O ensino de inglês gratuito do Governo Federal ocorrerá de forma online e presencial. “No primeiro caso, serão distribuídas 2 milhões de senhas para que estudantes de universidades públicas e os mais bem pontuados no ENEM nas instituições privadas façam um curso virtual de inglês na Cengage Learning, reconhecida escola norte-americana”, explicou Guimarães. Já as aulas presenciais serão voltadas aos alunos do “Ciência Sem Fronteiras” e professores da rede pública.

A palestra de Glaucius Oliva, presidente do CNPq, enfatizou a importância do investimento em pesquisa e tecnologia para o desenvolvimento de uma nação e citou a Embrapa, a Petrobras e a Embraer como exemplos de empresas que hoje colhem os frutos dessa iniciativa, alcançando o posto de liderança nos setores em que atuam. Para ele, “o conhecimento agregado é um pilar decisivo na consolidação de um Brasil que tem como meta a erradicação da pobreza”.

Após o evento, a FEBRABAN e representantes da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais); da BM&FBovespa (Bolsa de Valores Mercadorias e Futuros); da CETIP S/A – Mercados Organizados; da CIP (Câmara Interbancária de Pagamentos) e da companhia REDECARD formalizaram seus respectivos instrumentos de doação com as agências governamentais.

Para o vice-presidente executivo da FEBRABAN, Wilson Roberto Levorato, o setor financeiro só tem a ganhar com essa iniciativa. “Os bancos brasileiros são os mais eficientes do mundo e, por já termos alcançado essa pole position, nosso desafio agora é nos manter no topo e crescer mais”, diz. “Para isso, precisaremos de pessoas com altíssima capacidade e formação para integrar o já excelente quadro de profissionais no Brasil.”
Fonte: Assessoria de Imprensa da FEBRABAN 
A FEBRABAN e as entidades do setor financeiro contribuirão com 6.500 bolsas para o Programa Ciência sem Fronteiras totalizando um investimento de U$S 180,8 milhões, dos quais U$S 18 milhões já foram aportados em 2012.

Estiveram presentes no 30º Café com Sustentabilidade mais de 50 executivos dos diversos bancos que patrocinam o programa através da FEBRABAN e das demais entidades do mercado financeiro.

 

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